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Como está seu relacionamento com a comida?

🔸Comida. Tantas emoções e tanto significado afetivo. O primeiro relacionamento íntimo que a maioria de nós tivemos foi a amamentação. Alimentavam-nos com aquilo que precisávamos, mas que também nos acolhia, ninava e aquecia. A sensação de que vamos comer e preencher aquela falta de um colo bem gostoso pra se aninhar nos acompanha até a idade adulta. E muitas vezes comemos, comemos, comemos, sem nos dar conta de que a fome que queremos saciar é de outra coisa. A comida tem um valor afetivo tão grande pra nós que é difícil mensurar sua importância e, ainda assim, continuamos agindo muitas vezes como se fosse meramente uma questão orgânica, comer tal coisa, deixar de comer tal coisa, comer menos isso, comer mais aquilo.

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🔸A alimentação envolve muitas coisas de que temos fome. Fome de aconchego, de relacionamento, de proximidade… O ser humano não se nutre apenas de comida, mas também de sentimentos. O termo “fome emocional” se refere a quando utilizamos a comida para nos sentirmos melhor, quando comemos para satisfazer as necessidades emocionais. Muitos também recorrem à comida para aliviar o estresse e afrontar sentimentos desagradáveis como tristeza, solidão e tédio. E depois que comem, se sentem ainda pior, pois, além da questão emocional permanecer, sentem culpa pelo excesso de comida. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
🔸A fome emocional não é saciada com a comida. Você pode até se sentir bem naquele momento, mas os sentimentos que te levaram a comer continuarão aí, dentro de você, pois essa fome não tem a ver com as nossas necessidades fisiológicas, e sim, com nosso estado mental. O problema é que o cérebro é esperto, e sabe que a sensação de recompensa é maior com sal, açúcar e gordura. Por isso, a primeira coisa que você pensa é em alimentos ricos nessa combinação, ou você já pensou em se recompensar com brócolis?
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🔸E como saber se eu tenho fome emocional? Você come quando se sente estressado? Come quando não sente fome ou quando já está satisfeito? Come para se sentir melhor? Você se “premia” com comida? A comida faz você se sentir seguro?

🔸Se você respondeu sim para alguma das perguntas feitas no post anterior é bem provável que nos momentos mais delicados você esteja tentando preencher o vazio ou resolver o problema com comida.
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🔸Alguns fatores da fome emocional são:
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🔸Substituto emocional – Comer pode ser uma maneira de temporariamente silenciar ou “preencher” emoções desconfortáveis, incluindo raiva, medo, tristeza, ansiedade, solidão, ressentimento e vergonha.
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🔸Tédio ou sentimentos de vazio – Você já comeu simplesmente para se dar algo para fazer, para aliviar o tédio ou como uma maneira de preencher um vazio na sua vida? Você se sente insatisfeito e vazio, e a comida é uma maneira de ocupar sua boca e seu tempo.
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🔸Hábitos da infância (memorias afetivas)– Pense nas suas memórias de comida da infância. Seus pais recompensaram seu bom comportamento com sorvete, levaram você para a pizzaria quando você recebeu um bom boletim escolar ou lhe serviram doces quando estava se sentindo triste? Esses hábitos muitas vezes podem te seguir até a idade adulta. Sua alimentação também pode ser motivada por nostalgia – por lembranças de assar e comer biscoitos com sua vó, por exemplo.
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🔸Influências sociais – Se reunir com outras pessoas para uma refeição é uma ótima maneira de aliviar o estresse, mas também pode levar a excessos. É fácil exagerar simplesmente por que a comida está lá ou porque todo mundo está comendo. Você também pode comer demais em situações sociais por nervosismo, ou talvez sua família ou círculo de amigos o incentive a comer demais e seja mais fácil acompanhar o grupo.
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🔸Estresse – Já percebeu como o estresse te deixa com fome? Não é só em sua mente. Quando o estresse é crônico, o corpo eleva os níveis do hormônio do estresse, o cortisol, que desencadeia o desejo por alimentos salgados, doces e fritos, alimentos que proporcionam uma explosão de energia e prazer. Quanto mais estresse descontrolado em sua vida, maior a probabilidade de você recorrer à comida para obter alívio emocional.

🔸A solução? Encontre outras maneiras de alimentar seus sentimentos. Se você não souber administrar suas emoções de uma maneira que não envolva alimentos, você não poderá controlar seus hábitos alimentares por muito tempo. Uma boa ideia é ter alternativas, que não a comida, para quando você procurar esse conforto emocional.
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🔸Autoconhecimento é palavra chave nesse sentido. Você precisa fazer uma análise interna e se perguntar sobre as coisas que te fazem feliz e que não tenham ligação com a comida, ou seja, se você teve um dia difícil ou então está passando por algum problema, busque outras formas de recompensa que não seja comendo. Seja criativo e rompa esse ciclo vicioso fazendo algo que realmente te deixe feliz. ⠀

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🔸O impacto das emoções quando associadas à alimentação podem trazer prejuízos a sua saúde, prejuízos físicos e mentais. A realização de um acompanhamento interdisciplinar, psicológico e nutricional, buscando estabelecer um equilíbrio emocional e aprender a diferenciar a sua fome (fisiológica ou emocional) é de suma importância nesses casos.
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🔸Caso tenha se identificado com o tema e queira ajuda para aprender a identificar e a lidar com suas emoções e melhorar seu relacionamento com a comida, estamos iniciando um grupo terapêutico on-line, com acompanhamento psicológico e nutricional, em parceria com a @nutribarbaramunari, para darmos todo o suporte para você neste momento.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Beijos
Carol Schmith 🦋

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